<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-18233084</id><updated>2011-04-21T13:34:58.414-07:00</updated><title type='text'>digital"mente"</title><subtitle type='html'>reflectindos os novos valores da cultura digital</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://dedigitalis.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18233084/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dedigitalis.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Alex</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18233084.post-113598797633613432</id><published>2005-12-30T16:12:00.000-08:00</published><updated>2005-12-31T09:00:04.790-08:00</updated><title type='text'>Onde estava no 11 de Setembro?</title><content type='html'>&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1903/1221/320/sep11.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;11 Setembro 2001 - 12h00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Passeando na Baixa depois de uma manhã frenética à procura de um apartamento;&lt;br /&gt;- Cyber café em Picoas, mas imposssível abrir qualquer página da internet;&lt;br /&gt;- Centro comercial: Lojas de televisores cheios de pessoas;&lt;br /&gt;- Vislumbre de algumas imagens ao de longe: julgo ser mais uma estreia hollywoodesca de mau gosto;&lt;br /&gt;- Chegada a casa e o rebuliço de notícias e a consequente queda do WTC em directo;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;O 11 de Setembro marcou o virar do século XXI e transformou-se no grande acontecimento mediático do ano. Tratava-se de um terrorismo em directo marcado pela apatia mediática de algo que não aconteceu, mas que está a contecer neste preciso momento. É o terrorismo da era moderna de grande impacto com resultados excepcionais. Todos os seus objectivos foram atingidos e mais alguns: atingiram os Estados Unidos no seu próprio território, chamaram a atenção do mundo para a sua causa, horrorizaram milhões de pessoas em todo o mundo e conseguiram um atentado em directo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A informação correu mundo em apenas minutos graças à nossa "aldeia global" em que todos estamos ligados uns aos outros. Al Qaeda também sabia disto e aproveitou esta aldeia simpática para fazer passar a sua mensagem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Passou a fazer parte da história comum de todos nós e cada um lembra-se onde estava no momento em que as notícias chegavam a este lado do atlântico. A Era Digital é esta velocidade e instantaneidade da comunicação e não separa o trigo do joio. A facilidade em chegar a qualquer sítio ou fazer qualquer coisa está à distância de um simples clique: aprender a pilotar um avião contra o WTC ou procurar uma receita de bacalhau nova. Tudo está aqui, já não está longe, está aqui mesmo naquele blogue, naquela página ou naquela conversa online. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O 11 de Setembro marcou o mundo pela forma como vemos os que nos rodeiam. Tal como os vírus e os hackers na internet o terrorismo na era global está em qualquer lado. Entra pelas nossas portas digitais e reais ultrapassando as barreiras do fisicamnte possível. O mundo moderno é esta nova possibilidade de entrar na casa uns dos outros tanto para o bem como para o mal.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;actualizado a 31.12.2005&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18233084-113598797633613432?l=dedigitalis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dedigitalis.blogspot.com/feeds/113598797633613432/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18233084&amp;postID=113598797633613432' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18233084/posts/default/113598797633613432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18233084/posts/default/113598797633613432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dedigitalis.blogspot.com/2005/12/onde-estava-no-11-de-setembro.html' title='Onde estava no 11 de Setembro?'/><author><name>Alex</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18233084.post-113380169269006877</id><published>2005-12-01T08:54:00.000-08:00</published><updated>2005-12-31T08:59:42.286-08:00</updated><title type='text'>Criatividade a mais?</title><content type='html'>&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1903/1221/320/impossible.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;style type="text/css"&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- .style1 {font-style: italic} --&gt;&lt;br /&gt;&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="style1"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Creativity"&gt;Creativity&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt; is a human mental phenomenon based around the deployment of mental skills and/or conceptual tools, which, in turn, originate and develop innovation, inspiration, or insight.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Esta capacidade de encontrar soluções inovadoras para problemas difíceis caracteriza o ser humano e faz parte da nossa evolução. A separação entre homem e animal é a capacidade de pensar e encontrar soluções aos diversos problemas quotidianos. A Criatividade é essa capacidade de encontrar uma solução de forma diferente e inusual.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A Internet apresenta cada vez mais problemas que exigem mais e maior inovação e criatividade. O potencial da Internet aumenta diariamente e as ferramentas de hoje não serão as de amanhã. Procuram-se criativos que sejam capazes de "desaprender" e pensar tudo de novo. Os modelos antigos não são aplicáveis a este novo universo. A criatividade  não passa apenas pela exploração de novas ideias ou serviços/produtos, mas pela aculturação da própria lógica e funcionamento em rede. Cada vez temos de pensar em comunidade e deixar os egoísmos de lado. A Internet graças à sua interactividade faz com que todos dependamos uns dos outros para ver, consultar, criar, pagar, informar...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A criatividade que procuramos é aquela que nos permite ver o impossível mas mesmo assim encontrar uma explicação ou uma lógica. A inteligência humana desenvolve-se através dos diferentes estímulos que os instrumentos lhe proporciona.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Nos dias de hoje a genialidade reside na constante inquietação.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;actualizado a 31.12.2005&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18233084-113380169269006877?l=dedigitalis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dedigitalis.blogspot.com/feeds/113380169269006877/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18233084&amp;postID=113380169269006877' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18233084/posts/default/113380169269006877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18233084/posts/default/113380169269006877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dedigitalis.blogspot.com/2005/12/criatividade-mais.html' title='Criatividade a mais?'/><author><name>Alex</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18233084.post-113380165345558832</id><published>2005-11-30T08:53:00.000-08:00</published><updated>2005-12-05T10:14:12.190-08:00</updated><title type='text'>Relações Interpessoais: um novo paradigma?</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O surgimento de Novas tecnologias foi sempre sinónimo de aparecimento de novas formas de comunicar. Quer pensemos nas pinturas rupestres ou na invenção da prensa gráfica por Gutemberg, acabamos por chegar à conclusão que o fenómeno "comunicação" nunca esteve parado no tempo. Evoluiu.&lt;br /&gt;O que dita esta evolução é a simplicidade ou a complexidade que a linguagem pode adquirir, independentemente da forma ou ainda do conteúdo, mas tão simplesmente a possibilidade. A possibilidade de enviar uma folha de papel para o outro lado do atlântico, a possibilidade de juntar uma fotografia, uma gravação audio/video... Estas novas adições caracterizam a forma de como comunicamos.&lt;br /&gt;Com o surgimento da Internet, estas possibilidades foram mais uma vez expandidas. A possibilidade era agora de agregar todas as já existentes numa só com a introdução de novas possibilidades. A redundância à volta da palavra "possibilidade" é necesária já que é à volta desta que as relações interpessoais se desenvovem. É o "poder" fazer alguma coisa mais do que simplesmente enviar uma carta pelo correio. Na nova era da digitalização o papel foi substituido pelo ecrã e a caneta pelo teclado.&lt;br /&gt;Mas, chegados a este ponto, a comunicação foi simplificada ou tornou-se mais complexa? Num chat, vemos que a própria linguagem foi simplificada [abreviada], mas num relato de futebol num diário desportivo online testemunhamos a uma complexidade de signos e sinais de forma a fazer transparecer uma série de emoções e sentimentos. A própria linguagem escrita desenvolveu-se: simplicidade ou complexidade.&lt;br /&gt;Podemos mesmo definir a internet como um "meio híbrido"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=18233084&amp;postID=113380165345558832#_ftn1" name="_ftnref1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; com a capacidade de juntar todas estas possibilidades.&lt;br /&gt;A internet, no que diz respeito às relações interpessoais, constitui a nova forma de comunicar com o advento dos chats, weblogues, páginas pessoais, onde o nível de complexidade ou simpliciadade é à escolha de quem transmite a mensagem.&lt;br /&gt;Numa sociedade em rede e com tantas possibilidades comunicacionais, será possível a internet anular as relações pessoais IRL [in real life]? Esta preocupação é compreensível. Mas certamente que também foi colocada aquando do surgimento da escrita, do telefone, da rádio, da televisão, numa reacão inicial de choque com os conceitos pré-estabelecidos.&lt;br /&gt;A internet nunca poderá substituir o contacto físico, mesmo com a “possibilidade” de uma realiadade virtual. Tudo depende do nível de complexidade que queiramos desenvolver com o outro. Esta pode contribuir para aprofundar ou distanciar: uma pessoa que, IRL, apenas comenta o tempo com outra pode, num contacto virtual e desinibida da complexidade da interacção humana, chegar a desenvolver uma relação de amizade. Quantas vezes demos por nós a “falar” dos nossos sonhos e aspirações no messenger com alguém que raramente falamos?&lt;br /&gt;O ser humanos é um ser demasiado complexo para se restringir a um único canal de comunicação. A complexidade das relações humanas [e aqui falamos no nível mais elevado das relações amorosas] procura a possibilidade de um contacto físico.&lt;br /&gt;A internet, por mais complexa que seja ou que venha a ser, nunca nos permitirá simular a vida real.&lt;/span&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;div style=""&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;   &lt;/div&gt; &lt;hr style="margin-left: 0px; margin-right: 0px; height: 1px;" size="1" width="33%"&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;  &lt;/div&gt; &lt;div style="" id="ftn1"&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 5pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=18233084&amp;amp;postID=113380165345558832#_ftnref1" name="_ftn1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; “El medio-portal y los canales de actualidad”, Dra. Elvira García de Torres, Universidad Cardenal Herrera-CEU Valencia&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18233084-113380165345558832?l=dedigitalis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dedigitalis.blogspot.com/feeds/113380165345558832/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18233084&amp;postID=113380165345558832' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18233084/posts/default/113380165345558832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18233084/posts/default/113380165345558832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dedigitalis.blogspot.com/2005/11/relaes-interpessoais-um-novo-paradigma.html' title='Relações Interpessoais: um novo paradigma?'/><author><name>Alex</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18233084.post-113380153977726529</id><published>2005-11-25T08:51:00.000-08:00</published><updated>2005-12-30T19:37:34.256-08:00</updated><title type='text'>Google: a “aglootinação”?</title><content type='html'>Salvo raras excepções, passamos a vida à procura de algo. Este algo, muitas vezes indefinido e incerto, fez com que surgissem ajudas que nos guiassem pelo caminho do desconhecido e da descoberta. Daí o nascimento do motor de busca &lt;strong&gt;Google&lt;/strong&gt;.&lt;p&gt;A palavra &lt;a href="www.google.com"&gt;Google&lt;/a&gt; é, hoje, a mais &lt;a href="http://wordtracker.com/topkeywords.html"&gt;pesquisada&lt;/a&gt; na internet. Este facto remete-nos para a importância que este motor de busca tem na internet, tendo sido considerado mesmo como uma &lt;a href="http://www.webpronews.com/insiderreports/searchinsider/wpn-49-20050830GooglesQuietRevolution.html"&gt;revolução silenciosa&lt;/a&gt; que mudou a forma como vemos a internet. A própria expressão &lt;em&gt;google&lt;/em&gt; passou a ser sinónimo do acto de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/To_google"&gt;procura&lt;/a&gt; ou de &lt;a href="http://dictionary.reference.com/search?q=google"&gt;pesquisa&lt;/a&gt; na internet passando a ser já uma forma coloquial na língua inglesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o sucesso do google parte do pressuposto de uma informação organizada tendo como base um sistema de ranking das páginas e que atribui a cada um uma cotação dentro deste. Apesar de todas os desenvolvimentos que o &lt;strong&gt;Google&lt;/strong&gt; trouxe para o universo da internet, algumas &lt;a href="http://www.isgoogleevil.com"&gt;vozes&lt;/a&gt; se levantam contra esta hegemonia ou pela falta de &lt;a href="http://www.webmasterbrain.com/seo-tools/seo-experiments/the-search-engine-experiment/test-results/"&gt;eficácia&lt;/a&gt; da relevância do próprio motor de pesquisa. No caso de uma pesquisa deste blogue apenas o &lt;strong&gt;Google&lt;/strong&gt; o encontra já que se encontra já na sua base de dados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Resta tentar perceber como uma simples ferramenta de pesquisa consegue entrar nas nossas vidas e tornar-nos dependentes dela. Num mundo cada vez mais informatizado e informado o grande desafio reside na escolha/selecção das nossas fontes de informação. E todos sabemos [ou temos conhecimento através da história] que o monopólio de um sobre os outros não constitui a melhor forma de desenvolvimento de uma sociedade. Qual a legitimidade que tem o &lt;strong&gt;Google&lt;/strong&gt; para me dizer aquilo que é o não mais importante? Na realidade o sucesso do &lt;strong&gt;Google&lt;/strong&gt; de cada um nós e do esforço que fazemos diariamente em colocar as nossas páginas em melhor posição. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1903/1221/1600/rank.1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1903/1221/400/rank.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Nós somos os culpados! A hegemonia do &lt;strong&gt;Google&lt;/strong&gt; apenas existe graças aos milhares de utilizadores que diariamente utilizam este motor de busca. E como cada vez mais se torna popular, maior será esta hegemonia.&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.isgoogleevil.com/2005/07/27/google-loves-me-yes-it-do/"&gt;My name is Chester and I am a googleholic. It has been 45 minutes since my last Google.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;Recentemente ouviu-se falar num motor de busca inovador de origem francesa cujo principal objectivo é o de competir com o &lt;strong&gt;Google&lt;/strong&gt;: o &lt;a href="http://www.telegraph.co.uk/money/main.jhtml?xml=/money/2005/08/31/cnsearch31.xml&amp;menuId=242&amp;amp;sSheet=+/money/2005/08/31/ixcity.html"&gt;QUAERO&lt;/a&gt;. Esta necessidade de encontrar um equilíbrio na dinâmica desta nova revolução digital é legítima porque acredita a preocupação pelo problema do controlo das fontes de informação.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;actualizado a 30.12.2005&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18233084-113380153977726529?l=dedigitalis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dedigitalis.blogspot.com/feeds/113380153977726529/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18233084&amp;postID=113380153977726529' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18233084/posts/default/113380153977726529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18233084/posts/default/113380153977726529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dedigitalis.blogspot.com/2005/11/google-aglootinao.html' title='Google: a “aglootinação”?'/><author><name>Alex</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18233084.post-113024647719124032</id><published>2005-10-25T06:20:00.000-07:00</published><updated>2005-10-25T06:22:45.466-07:00</updated><title type='text'>Telepizza: recuperar o tempo perdido...</title><content type='html'>A mente digital caracteriza-se pelo domínio aprofundado das novas tecnologias da informação e da comunicação, numa constante procura de conhecimento sustentado pela velocidade e instantaneidade.&lt;br /&gt;Veja-se a necessidade desta rapidez no simples gesto da encomenda da pizza. Quer se chegue tarde do trabalho, um serão de trabalho com os colegas ou um simples derby na televisão, a pizza entrou nas nossas vidas tão depressa e já faz parte da essência da rentabilização máxima do tempo. &lt;br /&gt;Existe todo um ritual à volta da “encomenda da pizza”. Um autêntico cerimonial: reunir a família/amigos/colegas, ver as promoções, chegar a um consenso sobre os ingredientes e eleger o “mestre-de-cerimónias” que vai fazer o telefonema.&lt;br /&gt;Terminada a chamada e a ligação com o universo do extra queijo e das anchovas segue-se, então, a dimensão do tempo de espera: os 30 minutos. A espera que nos separa do pizza transforma-se em tempo indispensável para a organização das nossas vidas. Já não concebemos o mundo sem estes minutos para fazer outra coisa qualquer desde que não seja o jantar. Este tempo passa a ser só nosso. Durante aquele curto espaço temporal não existem preocupações com o quotidiano mundano das nossas vidas, ultrapassamos a fronteira das necessidades biológicas para outra dimensão. Até ao toque da campainha tomamos nas mãos as rédeas da nossa existência.&lt;br /&gt;Para quem vive no auge da velocidade de pensamento e de acção isto pode parecer um contra senso. A instantaneidade perdeu o seu valor. Quando a chamada é feita, temos a esperança que, à chegada da massa fermentada, tudo está resolvido. Esta é a facilidade da pizza em 30 minutos: a de resolver todos os nossos problemas ou a esperança que resolva. É a ilusão da vida moderna, fugaz e cheia de lamentações. A de que o tempo pode ser estendido conforme o nosso desejo.&lt;br /&gt;Numa sociedade cada vez mais global em que as fibras ópticas suplantam as alimentares, a velocidade marca o passo. Tudo gira à volta da rapidez de execução: o jantar, o trabalho, a construção do conhecimento, etc.&lt;br /&gt;Ao final do dia e esgotadas as 24 horas já pouco ou nada se pode fazer. Já não há pizza que prolongue o dia. Os 30 minutos terminaram e o que está à nossa frente é uma caixa de cartão vazia com migalhas do que outrora fomos ou poderíamos ter sido.&lt;br /&gt;Vivemos cada vez mais intensa e rapidamente as nossas vidas esquecendo-nos que temos um prazo de validade. &lt;br /&gt;Tal como a pizza que, fria, não tem o ar apetitoso do dia anterior.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18233084-113024647719124032?l=dedigitalis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dedigitalis.blogspot.com/feeds/113024647719124032/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18233084&amp;postID=113024647719124032' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18233084/posts/default/113024647719124032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18233084/posts/default/113024647719124032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dedigitalis.blogspot.com/2005/10/telepizza-recuperar-o-tempo-perdido.html' title='Telepizza: recuperar o tempo perdido...'/><author><name>Alex</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18233084.post-113380145427411103</id><published>2005-10-20T08:49:00.000-07:00</published><updated>2005-12-30T17:10:54.246-08:00</updated><title type='text'>Telemóveis e nós</title><content type='html'>&lt;p&gt;As &lt;a href="http://www.icp.pt/template12.jsp?categoryId=172403"&gt;estatísticas&lt;/a&gt; mostram que quase a totalidade dos portugueses já tem um telemóvel e que para muitos o segundo telemóvel é algo banal. Este instrumento entrou de rompante nas nossas vidas e ficou. Tomou o lugar de outros e conquistou o lugar nos nossos bolsos. Como olhar para esta revolução de ecrãs coloridos, tampas amovíveis e toques polifónicos? Na verdade,  telemóvel salvou-nos do caos da não comunicação, e, como sabemos, “é impossível não comunicar”. Hoje podemos acrescentar “em todo o lado”. A possibilidade de uma comunicação &lt;em&gt;“always on” &lt;/em&gt;é algo que já não assusta, até já nem conseguimos imaginar a vida sem o toque ou a sms para dizer que estou aqui, lá ou onde quer que seja, mas presente...&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p style="border-bottom-width: thin;"&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:180%;"  &gt;"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Maria deixou o telemóvel em casa. Só este facto deixaria qualquer um em pânico, mas a história de Maria continua. Foi para o trabalho, passou a manhã em sobressalto porque o telemóvel podia tocar. Não trabalhou. Pensou no telemóvel que tocava, sozinho no móvel da entrada. Pouco antes do almoço telefona ao marido a perguntar se pode passar por casa para trazer o telemóvel, mas não tem essa sorte. Depois de almoço telefona ao amigo A para pedir o número de B para saber se C tentou falar com ela. Nada. Nem uma notícia. Imagina que está a perder A CHAMADA. Algo importante que não pode perder, tudo depende se atende ou não atende a chamada. Pensa no telemóvel que toca e a vibração fá-lo cair do móvel e abrir-se em mil compostos. Aí não poderá ver quem chamou. Ficará sempre na dúvida. Sai mais cedo. Chegada a casa descobre para seu espanto que ninguém lhe ligou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há uma única chamada a pedir resposta ou o sinal intermitente de uma sms não lida. O stresse é agora maior.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="border-bottom-width: thin;" align="right"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Esta história não pressupõe uma moral, apenas reflecte a nossa necessidade de comunicar e dependência que temos dos meios que temos à nossa volta. Antes um simples telefone caseiro era o suficiente para os recados do dia-a-dia. Hoje tudo é um potencial comunicativo: a fila de trânsito, a pausa no café, a ida ao supermercado... Saímos de casa para fazer tudo. Mas as revoluções nas mentalidades passam sempre por estes pequenos gestos: opor o polegar aos restantes dedos da mão ao simples movimento deste sobre os dígitos. Esta é a capacidade inerente ao homem de criar novos instrumento para a comunicação. O telemóvel abriu as portas para a possibilidade de estar sempre ligado a todos e em todo o lado. A liberdade para estar em todo o lado. A exigência de mobilidade e de interactividade nesta nova era digital nasceu com o telemóvel.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;actualizado a 30.12.2005&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18233084-113380145427411103?l=dedigitalis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dedigitalis.blogspot.com/feeds/113380145427411103/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18233084&amp;postID=113380145427411103' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18233084/posts/default/113380145427411103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18233084/posts/default/113380145427411103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dedigitalis.blogspot.com/2005/10/telemveis-e-ns.html' title='Telemóveis e nós'/><author><name>Alex</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
